Macondo fica aqui e ali. Nosso ponto pacífico, nossa linhagem de solidão. Pode ser seu quarto, pode ser que não. É lugar grande, fora do mapa. Ache-me aqui quando quiser. Sente-se, estique as pernas e me fale de felicidade.
Amaranta Buendia
mail-me: amarantabuendiaa@yahoo.com.br
msn: andyramona@hotmail.com

[visitem http://www.gardenal.org/mauhumor]
Hoje, oi e tchau.
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Enquete: você prefere os malditos ou as pessoas politicamente corretas?
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Mafalda também é de libra.

[hoje ela faz 40 anos]
E se eu gritasse? E se eu gemesse? E se eu tocasse a valsa vienense? Mundo vasto mundo, se eu me chamasse Raimundo seria uma rima, não seria uma solução.
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[Minha relação com a ética acabou. Sobrou só um imenso carinho]
visitem: http://www.malvados.com.br
[há dias assim]

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Alguém parado é sempre suspeito de trazer como eu trago um susto preso no peito, um prazo, um prazer, um estrago, um de qualquer jeito, sujeito a ser tragado pelo primeiro que passar. Parar dá azar. [Leminski]
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Na vitrola, Elefant, Tonight Let's Dance.
Da Mostros Discos, Violins. Letras interessantes. Ainda me acontumando ao som. Abaixe seu rosto e então deixe o suor cair sobre o meu peito. Eu estou tão absorto que isso te faz sorrir. Feche seu corpo. Não, nunca mais me deixe sair. E como eu tentei me esconder dos seus dons em vão, em vão. Hoje eu acordei mais cedo e não consegui dizer o quão fechado estava o tempo. Eu não coseguir sair porque hoje amanheceu chovendo, então eu preferi olhar os seus olhos entreabertos censurando o vento. Limpe o seu coração, deixe o amor fluir mesmo imperfeito. Não, nunca me deixe sair e eu como eu tentei esconder seus dons! Em vão. [terceira música do disco aurora prisma, feche seu corpo]
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Do céu da minha cidade pude ver a lua às quatro da tarde. O céu da minha cidade é azul, tão azul que distrai os motoristas, os passantes, os namorados na praça. Vamos olhar para o céu, Frederico.
O Amor não é pra sempre. Que dure o tempo necessário pra ser feliz. Um verniz. Tenho a torpe mania de me explicar e me fazer inteligível. Necessidade aguda de compreender. Ainda sobre o amor, me tornei cíclica. Não, não é cínica, é cíclica mesmo. E sobre isso, por mais que eu queira, não vou me explicar. Quando menina, máquina de escrever no colo. Não sabia de Clarice. Não tenho essa mulher em casa, junto com o pacato Drummond, pois tenho medo que ela nos mate. De novo sobre o amor, quero passar a vida sentindo esse frio nas mãos. Nem pra amar eu segui esteriótipos. Não vou ser panfletária. Não defendo quem ama. Amar é duro. Mesmo no macio da cama, duro. Sem vocação para Amélia, queria meus dias mais calmos, atolados na ignorância das panelas e dos filhos. Uma mulher do lar. E sobre os filhos, melhor, hoje, não tê-los. Mas virão os 35 e acharei a idéia de parir um menino ótima. Me faltará escrever o tal livro. Para os ecologistas eu deixo registrado: já plantei um pé de caju na Universidade Estadual. Está lá, dando caju. Alguns não me reconhecerão. Alguns dirão: olá. Se eu estiver de bom humor, respondo, se não, azar. Meu, claro.
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Baseado. Trinta e oito minutos de dor eu aguento, sem problema. Ela atendeu telefone e foi vê-lo. Preocupava-se com suas dores. Mulher moderna não deveria ter tempo de se preocupar com a dor de ninguém. A sua já bastaria. Cada qual com sua dor na sua cor. Mas foi lá, autodenominou-se anta e foi. Emprestou o ombro amigo. Tudo tem volta. Acha estranho ele ir e vir. Acha estranho ela própria ir e vir. Ladainhas e questões existenciais. Noite longa, sexo bom. Ele esqueceu temporariamente suas neuroses e foi. Mulher que é mulher acumula, mastiga, rumina. Somos umas boas vacas para isso. Mas a dor só dura trinta e oito minutos, nem mais nem menos.
[isso a dizer]

Tudo bem. Não sou dada a caridade. Estou longe disso. Mas eu merecia, depois de estar dopada por uma sessão de acupuntura, pegando aquele soninho bom [depois de noites mal dormidas], os trompetes de Jericó, tocando marchinhas de carnaval, pedindo voto para um vereador do inferno da pedra? Ah, eu não merecia...
Duas coisas: o sono impera e amanheceu chovendo na capital do Ceará.
Juro, eu não merecia.
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"Palavras duras em voz de veludo, e tudo muda, adeus velho mundo. Há um segundo tudo estava em paz. Cuide bem do seu amor, seja quem for."
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DATANDO. Hoje ele faz mais tempo. André Santiago, sinta-se abraçado.
QUERMECE NO DIA DO AMANTE. E a moça de vestido amarelo, perto da roda gigante, dedica essa canção para seu amante, José, que trabalha no trem fantasma. Que D. Maria, do carrinho de algodão doce, não nos ouça. Não se afobe, não, que nada é pra já. O amor não tem pressa, ele pode esperar em silêncio, num fundo de armário, na posta-restante, milênios, milênios no ar. E quem sabe, então, o Rio será alguma cidade submersa. Os escafandristas virão explorar sua casa, seu quarto, suas coisas, sua alma, desvãos. Sábios em vão tentarão decifrar o eco de antigas palavras, fragmentos de cartas, poemas, mentiras, retratos, vestígios de estranha civilização. [Futuros Amantes - Chico Buarque]
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Nancy Sinatra diz: Bang, bang
Uma parte de mim, ninguém sabe, sonha com príncipe vindo de bicicleta, vem salvar a princesa do ar-condicionado que sufoca. Ele traz rosas e o céu de Monet num papel amassado. Tomamos café sem compromisso na livraria mais próxima.
Ainda sim, príncipe.
É uma parte de mim, ninguém sabe.
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Entre duas notas de música existe uma nota,
entre dois fatos existe um fato,
entre dois grãos de areia por mais juntos que estejam
existe um intervalo de espaço,
existe um sentir que é entre o sentir
- nos interstícios da matéria primordial
está a linha de mistério e fogo
que é a respiração do mundo,
e a respiração contínua do mundo
é aquilo que ouvimos
e chamamos de silêncio. [Clarice Lispector]
[humor de hoje: malvada]

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Ler Marcelo Mirisola antes de dormir não faz bem. Ele é machista, beirando a auto-afirmação. E as mulheres, umas putas loucas. Até disso gosto um pouco. Mas gosto mesmo dos cortes, do obsceno, das metáforas, do bom humor, da descrição das coisas, da ironia. Ele é responsável por esse humor malvado hoje. Por meus palavrões [não há palavras para certas ocasiões que não sejam eles]. Ele é meu bode expiatório. E até conheço tipos assim:
"Eu sou um cara simpático. Capaz de cantar Feelings inteirinha e desafinar no momento adequado somente para agradá-los. Não me envolvo em polêmicas, nem fudendo. Quando solicitado lanço mão do meu repertório 'excêntrico e divertido' e até sou um pouco afeminado sob esse aspecto e, entre outras coisas, faço questão de ressaltar a importância do pensamento positivo, de sonegar impostos e de estar sempre com o corpinho malhado. Udo de má fé e cores modernas. Também tenho algumas frases de efeito em inglês e francês. Além de pronúncia de desconhecimento impecáveis de ambos os idiomas. Basta um verniz para ser feliz." [Marcelo Mirisola, Herói Devolvido]
[D]Efeitos. Não gosto de fórmula I ou tênis. Não sou católica. Não tomo sopa. Sou preguiçosa. Egoísta. Não uso salto. Escrevo aos pedaços. Não sei de tudo. Não ouço Caetano. Mudo de humor facilmente. Sou desorganizada. Invento pessoas. Tenho paciência ampla. Elástica. Tenho ciúmes. Livros lidos pela metade. Discuto política, religião e futebol.
Cereza Mecanica, apresenta, todos os sábados de outubro, sempre às 10 horas, no Cine Benfica:

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HARD. Eu não queria ligar, não queria ouvir as mesmas desculpas, não queria ter que me armar de frases feitas. A verdadeira razão de estar ali era chorar. Número discado, caso perdido. - Não, não liguei antes porque não tinha coisas boas a dizer. Minha irmã tem mais força nessas horas, ela consegue gritar. - Faça um favor, guarde seus problemas, não atormente-a ainda mais com isso. Vá, mude de cidade, de estado, fará bem para todos nós. Eu deveria não ter ligado. Eu deveria ter dividido um Lexotan com ela e ido dormir.
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Papo calcinha, o retorno. Gael Garcia Bernal disse no New York Times que prefere trabalhar no México do que em Hollywood, apesar dos inúmeros convites. E eu prefiro ele. Deleitem-se [a quem interessar possa, claro].

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Rei Arthur é grande. Grandes cenários, grandes sentimentos, muitos heróis, boas causas. Serviu ao propósito de me sentir mais nobre.
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Vi, obrigada, minha irmã.
Um resumo seria necessário. Adoro a chuva. Espanta demônios e acalma a alma. Chuvisco, tempestade. Mas também preciso desse sol para tirar o cheiro de mofo das almofadas, abrir as janelas. Vivam as diferenças dentro da gente.
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Nando diz o seguinte: tornar o amor real é expulsá-lo de você para que ele possa ser de alguém. Estranho é gostar tanto do seu All Star azul [meu All Star é vermelho].
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"Eduardo xingaria, vendo os gols que o São Paulo perdeu, enquanto a amante, sua incrível mulher de mil homenagens, tentaria se lembrar de um poema que leu, do Drummond, que diz tudo" [página 218, Aritmética]
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[quanto ao Orkut, continuo escapando]

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A preguiça impera, isso pode ser prejudicial ao homem que paga meu salário.
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Morango e chocolate, queijo e presunto. Há encaixes perfeitos.

Esse blog está hoje de luto. Um dia de silêncio por Johnny Ramone.
Hey ho, let's go. Na vitrola 'I Wanna be your boyfriend'.

[ele, Vini, tem os olhos de meu irmão. Isso bastaria para amá-lo]
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Hoje, latinos erguam-se! Na vitrola El Conejo, da trilha de Frida [quase perfeita se não fosse Caetano], com Los Cojolites e Con Maña se Rompe, do Cubanismo.
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Severino é o melhor disco do Paralamas. O menos lembrado, com certeza, mas com as letras mais fortes. "Ao invés de viver, sobrevives, sacrificas o essencial/não chora de dor em finados, não gritas de amor carnaval/cometes, entao, que surpresa, o sacrilégio final/não vês a fugaz e humana beleza e sonhas em ser imortal"
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"E o tempo, senhor dos enganos, apaga os momentos sofridos e aqui te traz vez ou outra a passar umas horas comigo. Ficamos nós dois entre sonhos de amores novos e antigos, te beijo no escuro silêncio da sala, que às vezes visito." [o amor dorme, herbert]
Agora a tarde, The Smiths que me diz que se isso não for amor é uma bomba que vamos carregar pra sempre, Ítalo [obrigada por esses dias].
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A tribo JAKUR, da Malásia, acreditava que um gato os guiaria, depois da morte, numa viagem através das terras infernais, rumo ao paraíso. O gato tornaria a caminhada suportável para as pobres almas.

[no meu paraíso eu tenho gatos]
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Quase todas as manhãs tem caído uma chuva fina e triste, preparando as árvores e seus frutos. Dança da natureza. Chuva do caju, dizem os mais antigos e que dão nomes às coisas.
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Com o advento do MP3 na minha vida, alguns CD's estavam esquecidos. Hoje, The Verve, em Urban Hymns.
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Sim, há amor se você quiser
Que não soe como um soneto
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Página 169, Aritmética [tenho que dividir com quem quer que seja]. Mas ela é assim, deposita expectativas demais em todos que se aproximam. Cada um devendo dar a ela um pouco daquilo que ela precisa de um todo. Conheço bem essa espécie de loucura. Profunda, sedimentada em camadas e mais camadas de intenções irrealizadas. A pessoa se diz supercivilizada, mas tem nos olhos apaixonados o brilho de um assassino.
Apocalypse Now, ainda hoje, tem impacto. The End, com The Doors deixa uma dor.
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"Aceito os subterfúgios que me cabem,
sem precisar mentir.
Não sou feia que não possa casar,
acho o Rio de Janeiro uma beleza e
ora sim, ora não, creio em parto sem dor.
Mas o que sinto escrevo. Cumpro a sina.
Inauguro linhagens, fundo reinos
— dor não é amargura." [Adélia Prado]
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"Garotos perdem tempo pensando em brinquedos e proteção, romances de estação, desejo sem paixão, qualquer truque contra emoção"
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Fernanda Young tem razão sobre o amor. Aritmética: palavra de origem grega, significando a aptidão de contar, tendo como propriedades fundamentais a Adição e Subtração. É o estudo dos números, das relações entre eles e das regras para combinações de dois ou mais números. Desenvolveu-se sob as pressões das necessidades práticas do comércio, das finanças e da astronomia. Este termo é usado não só para designar relações numéricas simples, mas também teorias mais complexas e abstratas.
[estou dada a discutir a vida sentimental dos chimpanzés, da reprodução dos cangurus, do acasalamento dos dinossauros, mas não me venham querer que eu entenda [e explique], não hoje, nem amanhã, da vida das pessoas que andam em dois pés, esse bicho humano]


No salão de beleza se garipam histórias. Como a manicure que tem um namorado psicopata [denominado assim por ela mesma]. Ele segue seus passos, controla seus horários, apaga a agenda do celular com as possíveis ameaças para seu amor vingar e ter filhos [filhos neuróticos, penso eu]. E ela está feliz. Se sente amada e feliz. Nunca nenhum homem tinha sido tão romântico, tinha lhe dado tanta atenção. Vai buscá-la hoje no trabalho para ver que tipo de roupa ela usa como uniforme [e eu vos adianto, tem um decote ótimo, desses que os dias de sol agradecem]. Enfim, cada qual com seu cada um, deixa o cada um dos outros, como já diria o filósofo Zeca Pagodinho.
[onde foi que a gente se perdeu e nunca mais se encontrou?]
[homens e mulheres, mulheres e homens, isso nunca vai dar certo, vai querer entender...]

[jogos sentimentais de http://www.gardenal.org/mauhumor]
Beijo é unissex, não tem jeito. Boca é boca. Língua é língua. O que importa é o gosto salgado, doce, acre, azedo, da bala que estiver na outra boca.
++++Na vitrola, You're the one that I want, Olivia Newton John e John Travolta.
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[sobre sexo, é sempre bom]

[sobre votos, a coisa tá preta, do sul ao norte]

Frases feitas e outras coisas. "Quando sou boa, sou ótima. Quando sou má, sou muito melhor." [Mae West, em I'm no Angel, de 1933]
No cinema. A Vila fala dos medos, inclusive daquilo que não conhecemos, daquilo que não vemos, do que não existe. Nos dias de terror de hoje, vem a calhar. Olga, por ele só, não tem diferencial, é mais um filme a falar do terror nazista, da intolerância e esse tema comove profundamente. Hoje, só mudando de nome, disfarçados, continuam os facistas na nossa pista. A democracia, essa dádiva, também encoberta as mãos de ferro que te atacam a noite e te tiram de casa sem dizer porque.
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My Funny Valentine, Downtown e My Way, Frank sinatra, na vitrola.
Papo calcinha [vocês sabem que eu sou chegada num baterista, isso é fato. Mas, putz, que baterista é esse??!!!! Se a banda [Elefant] não fosse boa, ainda sim eu ouviria, em consideração]

Para quem souber rezar, pra quem souber soar os tambores, pra quem puder ficar em silêncio, pra quem dividir o pranto pelas crianças da Rússia, pela intolerância do homem perseguindo o poder. Não há explicações que amenizem. Não há tristeza que abarque tanto sofrimento.
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Assistam, urgente, O Declínio do Império Americano [1986] e As Invasões Bárbaras [2003], nesta ordem, de Denys Arcand [diálogos infalíveis, discussões eternas]
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O primeiro da estirpe está amarrado a uma árvore e o último está sendo comido pelas formigas. Não haverá outra chance sobre a terra para esta raça de solitários.
[Cem Anos de Solidão finalizado pela segunda vez. Ainda mais pertubador.]
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ainda sobre audiência: preferia o anonimato.
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[Mais uma lista. Outra não definitiva. Tudo depende dessa brisa de mar aqui na janela]
1. Tonight lets dance, Elefant [e sonhei com a menina de vestidinho azul, Ítalo]
2. Downtown, Frank sinatra
3. Bang, Bang, Nancy Sinatra
4. Bigmount Strikes, Placebo [apesar de amar com The Smiths]
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[Hoje é segunda-feira, como em Macondo. Mas onde estão as flores amarelas?]
Rondando nos blog por aí, decidi pensar nas cinco músicas mais legais. Mas que critério eu utilizaria para isso? Músicas marcantes? Intepretações excelentes? Enfim, misturei tudo num saco, sacudi e ei-las [e quem se interessaria por isso?]:
1. Ask, The Smiths
2. Light my fire, The Doors
3. João e Maria, Chico Buarque
4. Sonnet, The Verve
5. Where is my mind, Pixies
[hum-hum, não consigo montar uma lista justa, sou volúvel, volátil, passageira]
Minha mãe, 'o ódio cega e você não percebe'.
[esperar passar o furacão, deixar passar as dores, elas passarão]
[viva o marketing e toda sujeira que ele joga para debaixo do tapete]

[http://www.malvados.com.br, é um achado, obrigada James]
O UOL disse que meu blog é legal, colocou ele numa lista.
Obrigada [minha mãe diz: - seja educada!]
[Ok, me diz aí, o que é legal para eles? - eu e essa mania pensante]

"é impossível de explicar tudo que eu sinto e as verdades que eu digo nas vezes que eu minto para você"
[na vitrola, Nenhum de Nós]
"Vento solar, estrelas do mar, você ainda quer morar comigo?
Se eu morrer não chore não, é só a lua
É seu vestido cor de mar, é filha nua
Ainda moro nesta mesma rua
Como vai você?"

[baseado em fatos reais]
É chegada a hora do desaparecimento e extinção dos medos. Jogar fora as tais tampas. Exceder. Improvisar. Ter as rédeas do inevitável. Supor desacordos de paz. Fortalecer o improvável. Olhos atentos no hoje e portas abertas, de ponta a ponta, da casa empoeirada. Caixas de passado abertas e limpas. Vasculhar íntimos. Ignorar julgamentos. Mover os móveis de lugar. Esquecer e lembrar. Equilíbrio a passos largos.
[isso é quase uma auto-ajuda. Sim!, a mim mesmo]
Dig for Fire - Pixies, rolando na vitrola
[mas pensando bem, where is my mind?]